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Qual a soft skill ideal para se sair bem em entrevistas de emprego?

quarta, 31 de julho de 2019

Para o nativo digital, ou seja, alguém que cresceu usando a internet e celulares, provavelmente, o uso da tecnologia é algo muito natural. Um estudo recente descobriu que, globalmente, 65% das pessoas da Geração Z e Millennialspreferem se comunicar digitalmente tanto dentro quanto fora do trabalho. E embora essa alfabetização digital seja uma das competências que, atualmente, os empregadores mais buscam nos candidatos, talvez exista a preocupação de que isso se deu à custa de uma importante soft skill: saber se comunicar pessoalmente.

 

Não importa o quanto a tecnologia evolua, a comunicação face a face será sempre fundamental para a aprendizagem dos funcionários, para a produtividade, o bem-estar, a construção de relacionamentos e para a progressão da carreira e dos negócios. Então, como você pode demonstrar em uma entrevista de trabalho que você sabe se comunicar pessoalmente? Jane McNeill, Diretora da Hays Austrália, indica três atitudes importantes para esse momento:

  1. Demonstre que você pode construir relacionamentos

Em primeiro lugar, ao chegar para a entrevista, cumprimente todas as pessoas a quem você for apresentado com um sorriso, contato visual e um aperto de mão firme. Embora essas pessoas não tomem a decisão final do processo, elas geralmente dão um feedback para o entrevistador.

Em segundo lugar, construa um relacionamento com seu entrevistador. Ouça atentamente o que ele fala e tenha cuidado para não interrompê-lo. Afinal, ouvir é uma parte fundamental da comunicação eficaz.

Lembre-se também que nós nos comunicamos através de nossa linguagem corporal. Desviar o olhar ou se mexer muito pode demonstrar que você está desinteressado. Por outro lado, uma linguagem corporal positiva, como inclinar-se para a frente, balançar a cabeça e sorrir enquanto fala, mostra que você está prestando atenção e que está envolvido no processo.

Além disso, você pode preparar algumas perguntas para fazer ao entrevistador para conhecer a trajetória profissional dele dentro do negócio. Esta é uma ótima maneira de construir uma conexão. Alguns candidatos hesitam em fazer essas perguntas por receio de ser invasivo. No entanto, percebemos que, frequentemente, o entrevistador fica lisonjeado quando um candidato demonstra ter interesse em sua carreira, desde que as perguntas sejam profissionais e positivas. Por exemplo, você pode perguntar “quais são seus aspectos favoritos no seu trabalho aqui?”

  1. Durante a entrevista, responda às perguntas com confiança e clareza

Antes de sua entrevista, respire fundo, visualize resultados positivos e fale com seu recrutador, que pode acalmá-lo. Estes passos podem ajudá-lo a aumentar sua confiança.

Pratique também como responder algumas perguntas comuns em entrevistas, de forma bem estruturada, a fim de manter sua resposta concisa e relevante.

  1. Seja responsivo em suas comunicações, tanto antes como depois da entrevista

Por fim, o entrevistador não estará apenas avaliando suas habilidades de comunicação durante a entrevista em si, mas também estará analisando o quanto você é comunicativo e responsivo antes e depois. Por exemplo, eles podem considerar a rapidez com que você responde a e-mails e telefonemas.

Portanto, eu aconselho que você mantenha o seu telefone por perto antes e depois da entrevista para que você possa responder com rapidez e facilidade. Você também deve ser proativo em contatar o entrevistador, através de seu recrutador, após a entrevista para agradecer por seu tempo e reiterar seu interesse na posição.

Não importa o quanto as comunicações online evoluam, nada pode substituir a interação humana necessária para construir relacionamentos profissionais duradouros, capazes de impulsionar sua carreira. E só porque você é um nativo digital, isso não significa que você não tem as habilidades de comunicação face a face necessárias para prosperar no mundo do trabalho

Fonte: https://www.mundorh.com.br/qual-a-soft-skill-ideal-para-se-sair-bem-em-entrevistas-de-emprego/

 

 

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Como o recrutamento está mudando para encontrar profissionais inovadores

terça, 23 de julho de 2019

Você já percebeu como o tema propósito de vida vem ganhando cada vez mais notoriedade? Acreditar que um trabalho deve cumprir mais do que apenas retorno financeiro faz parte dos valores da nova geração de talentos.

Mas o que é propósito de vida, afinal?

Propósito de vida são talentos em movimento! E nessa busca os jovens compreendem a vida profissional como uma extensão do que são e do que desejam viver e expressar. Ou seja, para garantir a retenção de talentos na sua organização é necessário acompanhar essas mudanças de comportamento.

Como criar uma boa relação entre um talento e a sua empresa? Tudo começa pelo processo seletivo.

Se você deseja preencher uma vaga com um perfil engajado, criativo e inovador, a forma como você realiza o recrutamento também deve ser assim. Afinal, não é apenas a empresa que escolhe um talento, ele também tem que escolher investir na sua organização.

Pois é, aquela velha, e ultrapassada, crença de liderança do ”eu mando, você faz”, não tem mais sentido algum para a geração jovem atual. Os novos comportamentos exigem que as empresas sejam cada vez mais humanas e enxerguem o indivíduo de forma ampla, encaixando seus talentos e necessidades nos lugares certos.

Acompanhando essa tendência, novas jornadas de processos seletivos estão sendo apresentados ao mercado, com práticas que trazem a criatividade e o dinamismo como carro-chefe, onde a experiência do candidato é tão importante quanto o preenchimento da vaga.

Algumas das novidades são etapas da seleção que unem Game Based com algoritmos comportamentais baseados na Neurociência, que, de forma leve e divertida, garantem relatórios sólidos e detalhados com características pessoais que irão impactar diretamente o desempenho do candidato dentro da empresa.

Essas informações permitem aos gestores alocarem corretamente cada talento nas funções que serão melhores aproveitados e que se sentirão mais realizados. Todos saem ganhando.

O mais bacana é que o candidato é avaliado de forma tridimensional, e não apenas por seu currículo, aparência ou conduta em um determinado momento – e ele percebe esse cuidado, gerando engajamento com a empresa e estímulo para oferecer suas melhores capacidades desde o início.

Talentos são humanos, invista neles.

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/como-o-recrutamento-esta-mudando-para-encontrar-profissionais-inovadores/ 

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Ações motivacionais: 6 ideias para renovar o ambiente de trabalho

segunda, 22 de julho de 2019

A motivação está relacionada ao nível de satisfação dos colaboradores à sua condição dentro da empresa em que trabalham. Quanto maior a satisfação, maior a motivação. Por isso, ações motivacionais são importantes para despertar o comprometimento e o engajamento dos colaboradores, a fim de ajudá-los a vencer os desafios diários no trabalho, trazendo uma performance mais eficiente.

A automotivação é algo muito importante, tanto no âmbito pessoal quanto profissional. No entanto, todas as pessoas possuem algumas necessidades básicas, entre elas, a de serem reconhecidas. Nesse sentido, motivar colaboradores é uma atividade diária que requer habilidades e continuidade para renovar o ambiente de trabalho e proporcionar um clima mais positivo junto à equipe.

Separamos 6 ideias de ações motivacionais para renovar o ambiente de trabalho, em sua empresa. Acompanhe:

1. Construa espaços para sugestões

Para envolver a equipe e fazer com que seus colaboradores sintam que também são responsáveis pela empresa, faça uma caixa de sugestões ou quadro onde possam escrever suas ideias. Sempre dê um feedback, comunicando como a ideia será conduzida. Muitas sugestões contribuem para:

  • Reduzir os custos;
  • Aperfeiçoar os processos;
  • Otimizar o trabalho;
  • Alavancar a produtividade.

2. Comemore datas e conquistas

Use as datas comemorativas como Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia da Mulher e outras para celebrar junto aos colaboradores. Enfeite e empresa e invista em pequenas lembranças.

Aposte também na comemoração do “aniversariante do mês”. Nesse evento, você pode reunir todos os colaboradores que fazem aniversário a cada mês para confraternizar e participar de um coffee break na própria empresa, por exemplo.

Se você tiver grandes equipes, convide apenas quem aniversaria no mês da ação para participar. Assim, é viável realizar o evento, sem comprometer a produtividade da empresa com horas paradas e sem necessidade de grandes investimentos. Ao longo dos 12 meses, todos terão participado.

3. Valorize as boas ações

Premie todos os colaboradores que entregarem mais que o solicitado em suas funções. Muitas vezes, o valor da premiação é secundário. Pequenas ações surtem um efeito muito grande: elogios em público são um bom exemplo.

Mas atenção: faça isso de forma ponderada, explicando para toda a equipe os resultados alcançados pelo colaborador. Desta forma, você neutraliza a ideia de que está privilegiando um, em detrimento dos demais.

4. Incentive a qualidade de vida

Incentive a prática de esportes e uma alimentação saudável. Você pode fazer isso criando convênios com academias de ginástica e restaurantes que comercializam comidas saudáveis, por exemplo. Se a empresa oferecer alimentação, veja a possibilidade de montar um espaço de comida saudável.

Além disso, premie bons resultados com horas de folga do trabalho. É um custo relativamente baixo para a empresa, mas que gera grande satisfação para os colaboradores.

5. Aposte no endomarketing

Torne a comunicação interna mais atrativa utilizando as técnicas de endomarketing, ou seja, trazendo o marketing para dentro da empresa. Antes de lançar os produtos e serviços no mercado, promova internamente a sua divulgação, fazendo um trabalho específico para a comunicação de informações estratégicas. Lembre-se: o funcionário é seu primeiro cliente. Você tem de vender bem a ideia do seu negócio para ele, antes de qualquer outra pessoa.

6. Crie a cultura do feedback

Mantenha os funcionários informados após reuniões e conversas. Acompanhe os processos e se certifique de que todos estão alinhados com as informações para o atingimento das metas individuais e da organização. Com a equipe mais entrosada, o clima organizacional melhora e os processos fluem mais naturalmente.

Fonte: http://blog.infinitimkt.com.br/acoes-motivacionais-6-ideias-para-renovar-o-ambiente-de-trabalho/

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Saúde mental e inteligência emocional são os novos desafios do mundo moderno

sexta, 05 de julho de 2019

O acúmulo de responsabilidades, a competitividade, o excesso de pressões e cobranças comuns no mercado de trabalho e os novos comportamentos desenvolvidos no mundo moderno têm aumentado os casos de depressão e Síndrome de Burnout – considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como doença resultante de estresse crônico e esgotamento mental e físico que não foram bem administrados. A OMS aponta que até 2020 a depressão será o maior motivo de afastamento do trabalho no mundo e esse cenário gera um impacto na economia mundial de cerca de US$ 1 trilhão por ano.

Essa realidade tem sido um dos desafios atuais da sociedade. Para discutir como aumentar o bem-estar e a qualidade de vida dos colaboradores, empreendedores e, consequentemente, a produtividade das empresas, o Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp, realizou, no dia 4/7, o Congresso Fiesp – Bem-estar e felicidade, na sede da entidade. O evento contou com um dia inteiro de painéis e workshops sobre temas como propósito de vida, saúde mental, bem-estar, relações sociais, comunicação, alimentação, inteligência emocional, tecnologia e inovação no sistema de saúde e carreira.

Jornalista, locutora e escritora, Izabella Camargo foi diagnosticada com a Síndrome de Burnout em 2018 e, desde então, tem sido voz ativa para prevenir e desmistificar a doença. Ela abriu a programação do Congresso com o painel Saúde Mental e Felicidade e disse que encontrar o seu próprio limite em um mundo sem limites é fundamental para manter a saúde mental e conduzir a rotina de forma equilibrada e saudável.

Segundo ela, ser multitarefa e fazer um uso inadequado da tecnologia geram muitos impactos na saúde dos profissionais. “Se não pensarmos na educação digital vamos nos sobrecarregar com consequências infinitas”, afirmou a jornalista. Ela também pontuou que “vestir a camisa da empresa é totalmente diferente de se matar de trabalhar” e compartilhou suas experiências profissionais e o caminho que trilhou desde uma demissão inesperada até o diagnóstico da doença.

Dados da OMS apontam que o Brasil é o país mais ansioso do mundo e o mais depressivo da América Latina. Em 2017, os episódios depressivos geraram mais de 43 mil auxílios-doença previdenciários, inserindo a depressão na lista das 10 doenças que mais afastaram os brasileiros do mercado de trabalho, de acordo com a Previdência Social. Izabella destacou que, em 2018, o número de licenças relacionadas a doenças neuronais aumentou em 12% se comparado a 2017. Entre elas estão, além da depressão e da Síndrome de Burnout, o transtorno de personalidade e o déficit de atenção.

A jornalista ainda brincou que se tivesse apenas um minuto de palestra, diria que “dormir não é perda de tempo” e comentou sobre a importância do sono para a saúde. “Falar sobre saúde mental é um tabu, mas o movimento já começou e nós temos que olhar para a saúde mental com mais acolhimento e ela interfere na saúde financeira”, acrescentou Izabella que comemorou a inclusão da Síndrome de Burnout pela OMS na Classificação Internacional de Doenças, que lista enfermidades que serão prevalentes nos próximos anos.

Atleta corporativo

Assim como os atletas esportivos e de alto rendimento, os profissionais que atuam em outras áreas no mercado de trabalho devem se encarar como atletas, por que não um atleta corporativo? Trabalhar a qualidade de vida e a saúde individualizada para um alto rendimento profissional é importante em qualquer ocupação. Em painel sobre o assunto, o psiquiatra Honório Yamaguti disse que um atleta corporativo necessita das melhores condições mentais e físicas.

“Apesar do reconhecimento de que isto é verdadeiro, poucos sabem como fazer isso”, esclarece. Ele apresentou o uso de nutrientes (vitaminas, aminoácidos e minerais) como fundamentais no tratamento das doenças mentais e como estas descobertas estão conectadas com os avanços das neurociências na busca de uma melhor performance mental e cerebral.

É impossível falar de qualidade de vida e bem-estar sem citar a alimentação como uma das grandes protagonistas.  “A alimentação e o tipo de alimento que nós consumimos estão diretamente relacionados à qualidade de vida e bem-estar, pois nós ingerimos nutrientes se nós escolhermos alimentos bons e saudáveis”, disse a nutricionista Caroline Trevisan.

“Se a alimentação é negligenciada, nós desenvolvemos muitas doenças crônicas como a diabetes, hipertensão, colesterol alto, mas também as doenças mentais. A gente sabe hoje que o déficit de nutrientes leva ao desenvolvimento de ansiedade, depressão, síndrome do pânico. Então, a alimentação tem um peso muito grande quando a gente busca bem-estar e performance em qualquer aspecto da vida”, finalizou Caroline.

Inteligência emocional

Não ensinam a lidar com as emoções na escola”, disse Sâmia Aguiar, psicóloga e mestre em Neurociências e Comportamento, no painel sobre Inteligência Emocional.  Ela destacou que entender e lidar com suas emoções é tão importante quanto o aprendizado de matérias como matemática, ciências e português, e revelou cinco fatores-chave para a inteligência emocional: alto grau de autoconsciência, gerenciamento do humor, automotivação, empatia e manejo nos relacionamentos.

Para aplicar os fatores chave na prática, ela sugeriu 10 ideias eficazes e cientificamente comprovadas: meditação mindfulness, escrever sua emoção, psicoterapia cognitiva, mudar a fisiologia (transformar o foco, sair da tensão), praticar a respiração profunda, envolver-se em uma pequena tarefa (ajudar alguém), desenvolver o humor, ser um resolutor de problemas, resignificar as experiências e desenvolver o otimismo.

Sâmia alerta que as emoções impactam na performance e produtividade. “Eu não consigo ser produtivo, aprender e ser criativo se eu estiver estressado, deprimido e desmotivado”, disse. “Outra coisa que precisamos lembrar é que, essencialmente, as emoções são boas, a raiva bem utilizada nos direciona para os nossos objetivos, gera conflito, mas pode me impulsionar na direção dos meus desejos. O medo nos protege ou paralisa. A gente precisa canalizar as emoções de uma forma positiva e isso tem a ver com inteligência emocional. Somos aquilo que vivemos, somos formados pelas nossas experiências que tornam nossa realidade. A emoção chama para a ação”, completou.

Claudia Faria, fundadora da Yoga Adventure, surpreendeu ao falar que a melhor amiga das emoções é a respiração, “um veículo fundamental para dirigir a inteligência emocional”. “A respiração é um instinto. É o único ato do nosso corpo que trafega nos nossos sistemas neuronais: inconsciente e consciente. E pasmem, para todo padrão emocional existe um padrão respiratório”, garantiu.

Fonte: https://www.fiesp.com.br/noticias/saude-mental-e-inteligencia-emocional-sao-os-novos-desafios-do-mundo-moderno/ 

 

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