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Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas: O Sucesso das Organizações

terça, 20 de agosto de 2019

Essa resenha tem como objetivo demonstrar a importância do treinamento nas organizações. O treinamento é considerado um meio de desenvolver competências nas pessoas para que se tornem mais produtivas criativas e inovadoras, a fim de ajudar a organização e contribuir para o objetivo de se tornar cada vez mais competitiva.

Desta forma o treinamento é uma fonte de lucratividade ao permitir que as pessoas contribuam efetivamente para os resultados do negócio. Nesses termos, o treinamento é uma maneira eficaz de agregar valor ás pessoas, á organização e aos clientes.

Pessoas treinadas aumentam a produtividade e consequentemente o lucro da organização. As organizações tem se empenhado para propiciar oportunidades de aprendizagem aos seus integrantes. Já na parte de desenvolvimento, pode se entender como um conceito mais abrangente, no que se refere a estimular o crescimento pessoal dos colaboradores.

O treinamento é um processo cíclico, onde busca continuamente repassar ou reciclar conhecimentos, atitudes e habilidades diretamente de tarefas ou otimização do trabalho, para desenvolver qualidades nos recursos humanos, habilitá-los a serem mais produtivos e contribuir melhor para alcance dos objetivos organizacionais.

Seu propósito é aumentar a produtividade dos indivíduos em seus cargos influenciando seus comportamentos. Fazendo com que o treinando alcance determinado grau de eficiência exigido na realização das tarefas relacionadas ao seu cargo.

O treinamento é de extrema importância para o desenvolvimento do colaborador e consequentemente da organização, buscando continuamente a motivação dos colaboradores e proporcionando qualidade de vida, tornando o ambiente de trabalho mais agradável, harmonioso, transparente, ético, e equilibrado.

Alguns programas de treinamento possuem o objetivo de transmitir informações ao funcionário sobre a organização, suas políticas e diretrizes, regras e procedimentos, missão e visão organizacional, produtos, serviços, clientes e concorrentes. Já outros estão concentrados em desenvolver as habilidades das pessoas e capacitá-las no seu trabalho.

Existem aqueles que visam desenvolver conceitos e elevar o nível de abstração das pessoas para que elas possam pensar e agir em termos mais amplos.

Para alcançar o sucesso no programa, é necessário ter equipes capacitadas e flexíveis à mudanças. Bem aplicado o treinamento é uma ferramenta eficaz que contribui grandemente para a melhoria e qualidade dos serviços prestados, satisfazendo assim as expectativas de todas as partes interessadas, colaboradores, organização, atuais e futuros clientes.

O desenvolvimento de pessoas possui um conceito mais abrangente, pois se refere às ações organizacionais de que estimulam o crescimento pessoal de seus integrantes.

É possível identificar a problematização que é definir como o programa de Treinamento e Desenvolvimento poderá incentivar os colaboradores a trabalhar em equipe, motivados e dispostos a melhorar seus desempenhos na padronização das tarefas.

Alinhar toda a equipe de modo que os objetivos organizacionais e pessoais sejam atingidos. Pois não basta somente alguns estarem envolvidos. Para obter resultados, todos devem ter o mesmo objetivo, engajados em trabalhar juntos.

Qualificar e capacitar os colaboradores para que consigam alcançar melhores resultados, melhor qualidade de vida e maior competitividade organizacional.

Para o sucesso de um projeto de treinamento é importante contar com equipes capacitadas e abertas para algumas mudanças. O treinamento poderá ser uma ferramenta efetiva e eficaz que contribuirá significativamente na melhoria e qualidade dos serviços prestados satisfazendo assim as expectativas internas e externas dos atuais e futuros clientes.

Porém, só trarão vantagens para a empresa e funcionário, se forem bem planejados, que seus resultados sejam avaliados e medidos. Pois muitas empresas que não avaliam os resultados dos treinamentos perdem dinheiro por investir e, cursos e aperfeiçoamento que não são bem aproveitados pela equipe ou são inadequados ai negócio.

Assim, as capacitações são ajustadas às necessidades da companhia e a mensuração dos resultados também oferece a empresa argumentos para que ela sinta-se mais inclinada a realizar treinamentos que efetivamente lhe tragam bons resultados. E, dessa forma eles são vistos cada vez mais como investimentos e não como despesas.

Resenha do estudo desenvolvido pelos autores, Cassia Uhler Foltran, Helen C. Alves Lourenço, Jêissi Sabta Gaviolli, Rogério Bueno Rosa, Renato Francisco Saldanha Silva, Erica Cristiane Belon Galvao.

Fonte: 
https://www.prolucroconsultoria.com.br/blog/treinamento-e-desenvolvimento-de-pessoas-o-sucesso-das-organizacoes/

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Entenda mais sobre o e-Social

segunda, 19 de agosto de 2019

Entenda mais sobre o e-Social

A burocracia a que estão submetidas as empresas brasileiras é uma das maiores do mundo. Há uma série de obrigações legais a cumprir, documentos a armazenar, informações a enviar aos mais diversos órgãos de controle e fiscalização da atividade econômica etc.

Tudo isso sempre dificultou a regularização jurídica das organizações, ampliando a chamada economia subterrânea ou mercado informal.

Acontece que a informalidade prejudicava a arrecadação tributária pelo fisco, minando importantes recursos financeiros dos cofres do Estado.

Além do mais, a informalidade das organizações também impunha sérios obstáculos ao exercício de direitos trabalhistas pelos empregados desses empreendimentos.

Sem o devido cadastramento, muitas empresas deixavam de recolher o FGTS de seus funcionários, a contribuição previdenciária e de cumprir outras exigências legais.

Para dar fim a esses problemas, em 2014, o governo federal criou o e-Social, uma ferramenta eletrônica destinada a uniformizar e simplificar a prestação de informações legais pelas empresas brasileiras.

Para sanar as principais dúvidas sobre a nova sistemática, vamos apresentar os conceitos, funcionamento e aplicação do e-Social e como esse novo projeto afeta a área trabalhista, impactando diretamente trabalhadores, empresários e empresas que o utilizam. Confira!

O que é e-Social

O e-Social é uma ferramenta eletrônica criada pelo governo federal em 2014. Ele tem o objetivo de unificar o fornecimento das principais informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias pelas empresas brasileiras às entidades responsáveis pelo controle da atividade econômica e dos direitos dos trabalhadores.

A ferramenta foi idealizada para padronizar e otimizar a transmissão, distribuição, validação e o armazenamento de dados e informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais das empresas, relativas às relações onerosas de trabalho.

Esses dados serão estruturados em um cadastro único, de cunho nacional.

Entidades participantes do sistema

Como se trata de um cadastro único, o e-Social vai ser acessado por diversas entidades e órgãos públicos, todos eles designados no Decreto 8373/2014. Esses entes vão compartilhar e gerir simultaneamente as mais importantes informações empresariais.

São integrantes do sistema do e-Social:

Por meio da nova ferramenta governamental, as informações serão cadastradas pelas empresas apenas uma vez, no dia de sua ocorrência.

Com isso, as chances de ocorrerem duplicidades ou erros serão menores, promovendo-se mais segurança e simplicidade no cumprimento das obrigações legais pelas corporações.

Finalidades da nova sistemática

As finalidades visadas pelo governo com o e-Social foram designadas pelo Decreto 8.373/14 de “princípios” e constam no artigo 3º da norma. As principais finalidades são:

  • simplicidade no cumprimento das obrigações principais e acessórias pelas empresas, reduzindo-se a informalidade e o custo da sua prestação ao governo;
  • qualidade na prestação de informações trabalhistas e previdenciárias fornecidas pelas organizações;
  • elevação da arrecadação tributária por meio de diminuição da inadimplência, dos erros, da sonegação fiscal ou de fraudes;
  • diminuição da prestação de informações redundantes pelas organizações;
  • tratamento favorecido às microempresas e empresas de pequeno porte;

Cronograma do e-Social: o que vai mudar em 2017

A implementação do e-Social pelas empresas brasileiras, na data legalmente estabelecida, é obrigatória. Para dar efetividade a essa norma, o governo criou um cronograma.

Mesmo tendo sido criado em 2014, o e-Social ainda não está em vigor. O governo já adiou por algumas vezes a data de início da obrigatoriedade do sistema.

Em 2016, novamente, ele fixou um novo prazo para que o sistema passasse a operar. O cronograma leva em consideração o faturamento anual das organizações.

Para as empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões no ano de 2016, o prazo limite para a instalação e uso do sistema é o dia 1º de janeiro de 2018.

Para as demais organizações e para os órgãos públicos, o envio das informações exigidas somente se torna obrigatório a partir de 1º de julho de 2018.

Em ambos os casos, contudo, somente depois de decorridos seis meses do término desses prazos estabelecidos (prazos limites) é que se tornará exigível o encaminhamento das informações relativas à saúde e segurança dos trabalhadores.

Além do mais, é necessário frisar que até o dia 1º de julho de 2017 será disponibilizado o ambiente de produção restrito, aplicativo fornecido pelo governo para que as empresas e contribuintes possam testar a nova ferramenta eletrônica.

Antes do e-Social, as corporações deveriam processar vários documentos e prestar inúmeras informações aos órgãos de fiscalização, como o Ministério do Trabalho (MTE), a Caixa Econômica Federal (CEF), o INSS etc.

Agora, esses processos serão simplificados e reduzidos, pois as informações serão inseridas no sistema apenas uma vez, e haverá a geração de uma única guia. Esses dados serão compartilhados virtualmente entre os entes consorciados.

O e-Social vai substituir documentos obrigatórios, como a Guia de Recolhimento do FGTS (GFIP), a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), o Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT), o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), a Comunicação do Seguro Desemprego, entre outros.

Qualificação cadastral: em que consiste

Antes de começar a utilizar o e-Social, a empresa precisa realizar a qualificação cadastral. Essa etapa nada mais é do que a verificação de compatibilidade entre os dados dos funcionários constantes nos registros da empresa e os dados armazenados na base do governo.

Para identificar possíveis erros ou inconsistências e permitir a devida correção, o governo vai disponibilizar um aplicativo que corrigirá os dados dos trabalhadores no Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas.

Se não forem encontrados erros ou disparidades nos cadastros, a organização poderá dar início aos processos de e-Social daquele trabalhador.

Caso contrário, o próprio funcionário terá de resolver esse problema junto aos órgãos governamentais informados pelo aplicativo.

Mudanças na rotina do RH

Como haverá um único lançamento das informações empresariais, elas serão manuseadas concomitantemente por todos os entes consorciados.

Por isso, é preciso fazer uma administração correta desses dados e tomar alguns cuidados após a implantação do e-Social, como manter a documentação em dia, prestar informações completas e coerentes ao sistema e capacitar os setores internos do negócio para as novas demandas.

O e-Social também vai desencadear uma mudança cultural nas empresas, que devem estar preparadas e estruturadas para manusear a nova ferramenta.

Vários vícios cometidos no cotidiano das organizações terão de ser abolidos, para não dar margem a fiscalizações e até mesmo à imposição de penalidades por ausência ou divergência das informações fornecidas.

Para ficar em dia com a legislação, é preciso que os processos internos estejam organizados e sejam executados tempestivamente, sendo cadastrados dentro dos prazos previstos em lei.

Tomando-se esses cuidados, o e-Social vai desburocratizar a rotina das corporações e tornar as suas tarefas muito mais simples e dinâmicas.

Com menos burocracia, sobrará mais tempo para as organizações investirem seu tempo e seus recursos naquilo que é mais importante para o seu sucesso: o corebusiness empresarial.

Fonte: https://blog.egestor.com.br/entenda-mais-sobre-o-e-social/

 

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A quarta Revolução Industrial e o futuro do trabalho

quinta, 15 de agosto de 2019

Nós estamos vivendo uma transformação radical no jeito como trabalhamos. Automação e máquinas pensantes já estão substituindo trabalhos e estão mudando as habilidades que as empresas estão procurando nas pessoas.

O cenário atual

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Exemplos atuais: engenheiros ambientais que trabalham com a análise de desmatamento no Brasil. Antes era muito comum que as análises fossem feitas manualmente por várias pessoas. Eles tinham que delimitar a área de desmatamento manualmente ponto por ponto. Trabalho custoso, manual e que demandava muito tempo. Hoje um programa automático substituiu essa tarefa.

Outro exemplo são os caixas de supermercado na Europa. Quando fazemos compras no supermercado, metade dos caixas são automáticos e metade são operados por seres humanos.

Os carros autônomos já são uma realidade. Uber, Google e Tesla estão investindo pesadamente nessa tecnologia e esses veículos estão em fase de testes. E como ficará o emprego dos motoristas quando esses carros autônomos começarem a circular? Apenas hoje, no Brasil, temos mais de 500 mil motoristas de Uber. Imagine o número total, se somarmos os motoristas de táxis, de caminhões, particulares e de empresas.

Claro que existem várias discussões éticas acerca da legalização destes carros, mas a disrupção é intransigente. Ela tem que muitas vezes quebrar as barreiras legais, para que depois as leis se adaptem a elas.

O que esperar do futuro

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E o que vai acontecer, então, quando não tivermos mais que dirigir nossos carros, quando não tivermos que operar caixas, quando não tivermos que ter que recepcionar pessoas no hotel e quando não tivermos mais que diagnosticarmos nossas doenças?

No Japão existem hotéis cujos recepcionistas são robôs. Do limpador da vidraça até o cortador de grama, as tarefas que foram automatizadas. Segundo o gerente do estabelecimento, naquele hotel, até 90% dos robôs podem substituir as tarefas desempenhadas pelos humanos.

Nós não estamos em um momento que podemos nos sentar e esperar que os eventos se desenrolem. Para estarmos preparados para o futuro, precisamos entender o que está acontecendo agora.

A quarta Revolução Industrial tem uma parte controversa: ela pode acabar com cinco milhões de vagas de trabalho nos 15 países mais industrializados do mundo, de acordo o Fórum Econômico Mundial de 2017  sobre o tema “A Quarta Revolução Industrial”. Obviamente, o processo de transformação só beneficiará quem for capaz de inovar e se adaptar.

Então quem vai sobreviver? Os que mais se adaptarem a essa nova era porque "não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças", disse Darwin, o pai da Teoria da Evolução.

E não são só os empregos braçais e repetitivos que estão em risco. Em Wall Street e no Vale do Silício já acontecem enormes ganhos na qualidade da análise das tomadas de decisões por meio de inteligência artificial. Então, até mesmo pessoas mais inteligentes e bem remuneradas serão afetadas pela quarta Revolução Industrial.

Oxford fez um estudo sobre as probabilidades de automação das profissões. O site é https://willrobotstakemyjob.com . O site está em inglês, e se você não entende o idioma, tente usar o recurso de tradução automática do browser e procure por profissões como caixa, motorista e contador.

É exatamente por isso (automação dos trabalho e substituição de seres humanos por robôs e inteligência artificial) que empresários como Marck Zuckeberg e Bill Gates falam sobre a necessidade de uma renda básica universal.

Em 2017, no discurso de formatura da universidade Harvard, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, não falou sobre redes sociais ou empreendedorismo digital. O tema de seu discurso foi “a criação de propósito”. Ele apresentou a ideia de que os Estados garantam uma renda mínima a seus cidadãos, independente de classe socioeconômica, para que seja possível que todos tivessem o básico, para poder desenvolver ideias.

Mas nós sabemos que não dá para esperar esse projeto partir do governo para sustentarmos nosso sistema econômico. Ou seja, vamos continuar precisando de empregos para fazer a economia girar.

Então, essa resposta terá que vir de nós mesmos. Temos que reconhecer as mudanças que estão acontecendo e caminhar lado a lado.  Precisamos pensar sobre como auxiliar como os pequenos negócios do Brasil podem começar a movimentar num ritmo diferente e desenhar novos tipos de empregos que ainda serão importantes na era da robótica.

Em cinco anos, 35% das competências que são consideradas importantes na força de trabalho atualmente terá mudado, de acordo com a Reunião Anual em Davos do Fórum Econômico Mundial. Em 2020, a quarta Revolução Industrial, vai estar ligada às tecnologias disruptivas como a inteligência artificial, machine learning, robótica, nanotecnologia, dentre outras, mudando modelos de negócios e os mercados de trabalho.

Sendo assim, quais habilidades serão necessárias no futuro?

Alguns trabalhos vão desaparecer, outros que nem sequer existem hoje se tornarão comuns. O que é certo é que a futura força de trabalho terá de alinhar o seu conjunto de habilidades para manter o ritmo.

E não é nem possível prever quais serão esses empregos do futuro? Como há 20 anos, imaginaríamos que haveria profissões como Especialista em Redes Sociais, Youtuber, Blogger e Influenciador Digital?

O caminho para trilhar

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Ao mesmo tempo em que temos essa perspectiva não muito animadora, a quarta revolução tem o potencial de melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas, trazendo melhores diagnóstico, prevenindo pessoas de fazerem trabalhos desagradáveis e análises que podem nos ajudar a cuidar melhor do meio ambiente, por exemplo.

Se começarmos a tomar providências agora, para mudar a natureza do trabalho, podemos não criar apenas lugares em que as pessoas amem trabalhar, mas também criar a inovação que precisamos para repor os milhões de empregos que serão substituídos pela tecnologia.

Quando vemos o relatório do Fórum Econômico Mundial e as top 10 habilidades para 2020, já podemos ter uma dica do que nos aguarda. Baseado nessas habilidades, então, o que pode existir é a criação de novos empregos menos centrados nas tarefas que uma pessoa faz e mais focados nas habilidades que ela traz para o trabalho.

Robôs são ótimos em tarefas repetitivas e restritas, mas os humanos têm uma capacidade incrível de usar a criatividade quando enfrentam na resolução de problemas complexos e inéditos.

Enfim, nenhuma exploração sobre o futuro do trabalho será sempre conclusiva. Mas a realidade mostrada é cada vez mais real. Fica, assim, a reflexão sobre como podemos atuar como protagonistas nessa revolução que já está acontecendo e não vai esperar nem um segundo por nós.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/artigosPessoas/futuro-dos-trabalhos-voce-sabe-qual-e,900553c03a730610VgnVCM1000004c00210aRCRD?origem=tema&codTema=8

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Se ainda não passou por entrevista de emprego neste modelo, prepare-se

terça, 13 de agosto de 2019

Os processos seletivos estão ganhando cada vez mais agilidade ao se unirem à tecnologia. Um exemplo disso é o crescimento das entrevistas por videoconferência, como Skype ou Zoom, tendência nos departamentos de recursos humanos.

Esse formato possibilita a redução dos custos e do tempo, beneficiando às empresas e também aos candidatos, que não precisam se locomover até a empresa contratante.

Se você ainda não passou por uma entrevista nesse modelo é melhor começar a se preparar, pois em breve você pode ser convidado a se apresentar dessa forma.

Você está preparado para uma entrevista online?

Selecionei algumas dicas valiosas para você se habilitar nesse modelo de entrevista e conseguir expressar com tranquilidade e profissionalismo suas melhores competências.

Em primeiro lugar, você precisa entender as diferenças entre uma entrevista presencial e uma entrevista online. O sucesso desse tipo de entrevista envolve outros fatores.

 

Escolha um local adequado

Uma das estratégias da entrevista por videoconferência é ver o candidato mais à vontade, já que eles costumam estar em casa. Porém, é aí que moram algumas armadilhas, afinal o ambiente em que você mora pode dizer muito sobre você.

Então, se assegure de escolher um local com fundo limpo, neutro, bem iluminado e agradável para o momento da entrevista – e de preferência sem acesso de outras pessoas da casa.

Certifique-se de que ninguém vai aparecer durante a conversa, nem o seu cachorro ou gato, evitando ruídos e interrupções, e não se esqueça de ser pontual com o horário marcado.

Verifique os equipamentos

Imagino que você vá se preparar e estudar a empresa e a vaga antes, então nada mais chato do que após toda essa dedicação ter sua entrevista comprometida por falhas técnicas.

Nada pior do que fazer uma entrevista com uma câmera e áudio de péssima qualidade ou uma conexão instável. Teste antes o desempenho do seu computador, a qualidade da webcam, a captação de áudio e também a conexão de internet. Você pode testar esses equipamentos ligando para um amigo ou alguém da família.

Cuidado com o login de acesso

Nunca use nomes de usuário e logins com apelidos ou temas polêmicos. Caso você não tenha algum com o seu nome, vale criar um novo perfil para usar profissionalmente.

Cuide da sua imagem pessoal

Um dos maiores erros é acreditar que por estar em casa não é necessário vestir roupas formais. Não esqueça de escolher roupas compatíveis com a vaga. Uma dica é evitar roupas brancas que tendem a brilhar nos vídeos, incomodando a visão do recrutador.

Tenha documentos importantes por perto

Tenha no seu computador toda a documentação que possa ser de utilidade para a entrevista, como o seu CV, certificações de cursos relevantes, entre outros.

Além de tudo isso, não esqueça de relaxar, respirar fundo, ser você mesmo e manter o foco e uma boa comunicação para que seus talentos sejam vistos e você conquiste a vaga que deseja.

Boa sorte!

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/se-ainda-nao-passou-por-entrevista-de-emprego-neste-modelo-prepare-se/

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Estrela do Trimestre

segunda, 12 de agosto de 2019

O projeto teve início em outubro de 2017 e já somam 7 colaboradores premiados. O objetivo desse projeto Estrela do Trimestre é principalmente motivar os colaboradores no ambiente de trabalho e a partir disso agregar melhorias para a empresa, diante de aspectos significativos como: diminuir o Turnover, absenteísmo, prezar pela qualidade do trabalho, envolvendo conservação de materiais, organização do ambiente e entre outros.

Os colaboradores são avaliados trimestralmente, sendo os critérios utilizados como a assiduidade, práticas aplicadas em treinamentos no manuseio de insumos, utilização de EPI’s, qualidade da limpeza do posto, organização e conservação dos materiais e asseio pessoal.

Todos os colaboradores que participam do projeto Estrela do Trimestre são Auxiliares de Limpeza, Reservas Técnicas, Jardineiros, Auxiliares de Serviços Gerais após o período de experiência. 

Nesse segundo trimestre temos como destaque o colaborador Sergio Leonel Lacerda, atuante em nosso cliente Delaval e fazendo parte do nosso time desde 2017.

Parabéns por toda dedicação Sérgio !!

Somos todos felizes por ter você como um de nossos colaboradores em nosso time.

Sucesso sempre!

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Qual a soft skill ideal para se sair bem em entrevistas de emprego?

quarta, 31 de julho de 2019

Para o nativo digital, ou seja, alguém que cresceu usando a internet e celulares, provavelmente, o uso da tecnologia é algo muito natural. Um estudo recente descobriu que, globalmente, 65% das pessoas da Geração Z e Millennialspreferem se comunicar digitalmente tanto dentro quanto fora do trabalho. E embora essa alfabetização digital seja uma das competências que, atualmente, os empregadores mais buscam nos candidatos, talvez exista a preocupação de que isso se deu à custa de uma importante soft skill: saber se comunicar pessoalmente.

 

Não importa o quanto a tecnologia evolua, a comunicação face a face será sempre fundamental para a aprendizagem dos funcionários, para a produtividade, o bem-estar, a construção de relacionamentos e para a progressão da carreira e dos negócios. Então, como você pode demonstrar em uma entrevista de trabalho que você sabe se comunicar pessoalmente? Jane McNeill, Diretora da Hays Austrália, indica três atitudes importantes para esse momento:

  1. Demonstre que você pode construir relacionamentos

Em primeiro lugar, ao chegar para a entrevista, cumprimente todas as pessoas a quem você for apresentado com um sorriso, contato visual e um aperto de mão firme. Embora essas pessoas não tomem a decisão final do processo, elas geralmente dão um feedback para o entrevistador.

Em segundo lugar, construa um relacionamento com seu entrevistador. Ouça atentamente o que ele fala e tenha cuidado para não interrompê-lo. Afinal, ouvir é uma parte fundamental da comunicação eficaz.

Lembre-se também que nós nos comunicamos através de nossa linguagem corporal. Desviar o olhar ou se mexer muito pode demonstrar que você está desinteressado. Por outro lado, uma linguagem corporal positiva, como inclinar-se para a frente, balançar a cabeça e sorrir enquanto fala, mostra que você está prestando atenção e que está envolvido no processo.

Além disso, você pode preparar algumas perguntas para fazer ao entrevistador para conhecer a trajetória profissional dele dentro do negócio. Esta é uma ótima maneira de construir uma conexão. Alguns candidatos hesitam em fazer essas perguntas por receio de ser invasivo. No entanto, percebemos que, frequentemente, o entrevistador fica lisonjeado quando um candidato demonstra ter interesse em sua carreira, desde que as perguntas sejam profissionais e positivas. Por exemplo, você pode perguntar “quais são seus aspectos favoritos no seu trabalho aqui?”

  1. Durante a entrevista, responda às perguntas com confiança e clareza

Antes de sua entrevista, respire fundo, visualize resultados positivos e fale com seu recrutador, que pode acalmá-lo. Estes passos podem ajudá-lo a aumentar sua confiança.

Pratique também como responder algumas perguntas comuns em entrevistas, de forma bem estruturada, a fim de manter sua resposta concisa e relevante.

  1. Seja responsivo em suas comunicações, tanto antes como depois da entrevista

Por fim, o entrevistador não estará apenas avaliando suas habilidades de comunicação durante a entrevista em si, mas também estará analisando o quanto você é comunicativo e responsivo antes e depois. Por exemplo, eles podem considerar a rapidez com que você responde a e-mails e telefonemas.

Portanto, eu aconselho que você mantenha o seu telefone por perto antes e depois da entrevista para que você possa responder com rapidez e facilidade. Você também deve ser proativo em contatar o entrevistador, através de seu recrutador, após a entrevista para agradecer por seu tempo e reiterar seu interesse na posição.

Não importa o quanto as comunicações online evoluam, nada pode substituir a interação humana necessária para construir relacionamentos profissionais duradouros, capazes de impulsionar sua carreira. E só porque você é um nativo digital, isso não significa que você não tem as habilidades de comunicação face a face necessárias para prosperar no mundo do trabalho

Fonte: https://www.mundorh.com.br/qual-a-soft-skill-ideal-para-se-sair-bem-em-entrevistas-de-emprego/

 

 

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