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Levantamento global aponta as 10 profissões do futuro na área administrativa

quinta, 05 de setembro de 2019

Assistente virtual e especialista em diversidade estão na lista

Os avanços tecnológicos e a transformação do mercado de trabalho têm feito emergir novas profissões e funções na área administrativa. De acordo com levantamento da Robert Half, funções ligadas ao e-commerce e à área de e-learning se destacam pelo volume vagas, enquanto outras como especialista em diversidade e gerente de bem-estar estão ligadas à necessidade de promover um ambiente equilibrado e harmonioso nas empresas.

Dentre os novos cargos, a função que oferece mais oportunidades para quem está no início da carreira é a de Assistente virtual, em que o funcionário pode trabalhar a partir de casa e, em alguns casos, é exigida apenas formação técnica. Os salários estão entre R$ 1,5 mil a 4 mil. Por outro lado, a posição que oferece a maior faixa salarial é a de Gerente de Talentos, chegando a R$ 26 mil, pelo nível de experiência exigido e também pelo momento econômico do Brasil.

Confira a lista com os 10 cargos do futuro na área Administrativa, de acordo com 2.909 gerentes de operações de companhias de diversos países, entre eles, 300 do Brasil.

  1. Especialista em e-commerce/ gerente de compras on-line (opinião de 41% dos gestores)

O que faz: Organiza o formato do negócio, monta o site e define o portfólio. Em grandes varejistas, esses profissionais também cuidam de todo o canal de vendas, incluindo a precificação, o ciclo de entrega e a satisfação do cliente.
Perfil: Arrojado e multitarefa, com forte viés na área comercial, visão de negócio e rentabilidade. Voltado para profissionais de administração, engenharia e logística.
Salário: R$ 6 mil a R$ 18 mil.

  1. Gerente de e-learning (40%)

O que faz: Atua como gerente de treinamentos de cursos virtuais oferecidos pela empresa, que podem ser contratados de outras instituições de ensino ou elaborados internamente.
Perfil: Profissional da área de recursos humanos, em geral com perfil mais analítico e formação em cursos de humanas, além de conhecimento de outros idiomas. Para profissionais de outras áreas que queiram migrar, há cursos técnicos para essa especialidade, com certificações curtas.
Salário: R$ 10,5 mil a R$ 23 mil.

  1. Consultor de transformação digital (40%)

O que faz: Responsável pela interface de migração dos meios tradicionais para digitais, incluindo estratégia de redes sociais.
Perfil: Pode ter formação em TI, marketing, publicidade e jornalismo. É um profissional com alto domínio de tecnologia, comunicativo e analítico. É alguém que consegue projetar, por exemplo, os possíveis resultados de um investimento em mídias sociais.
Salário: R$ 4,5 mil a R$ 9,5 mil.

  1. Assistente virtual (38%)

O que faz: Atua como um assistente técnico ou um secretário, mas na modalidade home office, dando suporte para uma ou mais empresas.
Perfil: Geralmente a formação é técnica ou graduação em secretariado ou administração. Na avaliação da Robert Half, esta é a função com mais oportunidades para quem está em começo de carreira.
Salário: R$ 1,5 mil a 4 mil.

  1. Gerente de customer experience (34%)

O que faz: Parecido com gerente de atendimento ao cliente, tem como foco o que pode ser feito para melhorar a experiência do cliente no futuro, além de atrair novos compradores. Faz pesquisas para desenvolver ações de melhorias.
Perfil: As características exigidas por esse profissional lembram às de um gestor de vendas, com visão de mercado focada em ampliar a participação da empresa. Possui senso de dono, com boa capacidade analítica.
Salário: R$ 9,5 mil a R$ 18 mil.

  1. Especialista em diversidade (32%)

O que faz: Responsável pela retenção de funcionários e atração de talentos garantindo que a diversidade de raça, gênero e cultura exista na empresa.
Perfil: Habilidade para se comunicar com os mais diferentes níveis hierárquicos. Multitarefa, carismático e sensível ao clima organizacional.
Salário: R$ 11 mil a R$ 25 mil.

  1. Gerente de talentos (28%)

O que faz: Foco na retenção e desenvolvimento de talentos. Participa ativamente nas linhas de negócios, buscando os profissionais necessários para cada momento da empresa ou de uma área específica. Planejamento de sucessão também é de sua responsabilidade.
Perfil: Generalista de recursos humanos ou com histórico em desenvolvimento humano e treinamentos. Deve ser alguém provocativo para gerar questionamentos positivos, comunicativo e com habilidade de raciocínio lógico. Formação em humanas, especialmente na área de psicologia ou administração.
Salário: R$ 12 mil a R$ 26 mil.

  1. Gerente de engajamento (27%)

O que faz: Atua para melhorar o clima de trabalho e o engajamento interno (entre funcionários e áreas) e externo (clientes, fornecedores e meio-ambiente).
Perfil: Multitarefa, com habilidade de transitar bem entre todos os níveis e áreas da empresa, boa capacidade de relacionamento interpessoal, analítica e de pensamento estratégico. Geralmente é uma pessoa que já passou pela área de marketing, comercial ou de recursos humanos.
Salário: R$ 11 mil a R$ 20 mil.

  1. Gerente de bem-estar (26%)

O que faz: Promove ações internas para melhorar o bem-estar dos funcionários e, consequentemente, o clima organizacional.
Perfil: Em geral é um profissional de recursos humanos que se especializou nessa função.
Salário: R$ 7 mil a R$ 13 mil (P/M) e R$ 11 mil a R$ 20 mil (G).

  1. Gerente de recrutamento (25%)

O que faz: investiga as necessidades de cada área para recrutar e selecionar profissionais de modo assertivo.
Perfil: ágil e multitarefa. Resiliência é também um fator essencial para se dar bem na função.

 

Fonte: https://www.abrhbrasil.org.br/cms/materias/noticias/pesquisa-aponta-as-10-profissoes-do-futuro-na-area-administrativa/ 

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A quarta Revolução Industrial e o futuro do trabalho

quinta, 15 de agosto de 2019

Nós estamos vivendo uma transformação radical no jeito como trabalhamos. Automação e máquinas pensantes já estão substituindo trabalhos e estão mudando as habilidades que as empresas estão procurando nas pessoas.

O cenário atual

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Exemplos atuais: engenheiros ambientais que trabalham com a análise de desmatamento no Brasil. Antes era muito comum que as análises fossem feitas manualmente por várias pessoas. Eles tinham que delimitar a área de desmatamento manualmente ponto por ponto. Trabalho custoso, manual e que demandava muito tempo. Hoje um programa automático substituiu essa tarefa.

Outro exemplo são os caixas de supermercado na Europa. Quando fazemos compras no supermercado, metade dos caixas são automáticos e metade são operados por seres humanos.

Os carros autônomos já são uma realidade. Uber, Google e Tesla estão investindo pesadamente nessa tecnologia e esses veículos estão em fase de testes. E como ficará o emprego dos motoristas quando esses carros autônomos começarem a circular? Apenas hoje, no Brasil, temos mais de 500 mil motoristas de Uber. Imagine o número total, se somarmos os motoristas de táxis, de caminhões, particulares e de empresas.

Claro que existem várias discussões éticas acerca da legalização destes carros, mas a disrupção é intransigente. Ela tem que muitas vezes quebrar as barreiras legais, para que depois as leis se adaptem a elas.

O que esperar do futuro

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E o que vai acontecer, então, quando não tivermos mais que dirigir nossos carros, quando não tivermos que operar caixas, quando não tivermos que ter que recepcionar pessoas no hotel e quando não tivermos mais que diagnosticarmos nossas doenças?

No Japão existem hotéis cujos recepcionistas são robôs. Do limpador da vidraça até o cortador de grama, as tarefas que foram automatizadas. Segundo o gerente do estabelecimento, naquele hotel, até 90% dos robôs podem substituir as tarefas desempenhadas pelos humanos.

Nós não estamos em um momento que podemos nos sentar e esperar que os eventos se desenrolem. Para estarmos preparados para o futuro, precisamos entender o que está acontecendo agora.

A quarta Revolução Industrial tem uma parte controversa: ela pode acabar com cinco milhões de vagas de trabalho nos 15 países mais industrializados do mundo, de acordo o Fórum Econômico Mundial de 2017  sobre o tema “A Quarta Revolução Industrial”. Obviamente, o processo de transformação só beneficiará quem for capaz de inovar e se adaptar.

Então quem vai sobreviver? Os que mais se adaptarem a essa nova era porque "não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças", disse Darwin, o pai da Teoria da Evolução.

E não são só os empregos braçais e repetitivos que estão em risco. Em Wall Street e no Vale do Silício já acontecem enormes ganhos na qualidade da análise das tomadas de decisões por meio de inteligência artificial. Então, até mesmo pessoas mais inteligentes e bem remuneradas serão afetadas pela quarta Revolução Industrial.

Oxford fez um estudo sobre as probabilidades de automação das profissões. O site é https://willrobotstakemyjob.com . O site está em inglês, e se você não entende o idioma, tente usar o recurso de tradução automática do browser e procure por profissões como caixa, motorista e contador.

É exatamente por isso (automação dos trabalho e substituição de seres humanos por robôs e inteligência artificial) que empresários como Marck Zuckeberg e Bill Gates falam sobre a necessidade de uma renda básica universal.

Em 2017, no discurso de formatura da universidade Harvard, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, não falou sobre redes sociais ou empreendedorismo digital. O tema de seu discurso foi “a criação de propósito”. Ele apresentou a ideia de que os Estados garantam uma renda mínima a seus cidadãos, independente de classe socioeconômica, para que seja possível que todos tivessem o básico, para poder desenvolver ideias.

Mas nós sabemos que não dá para esperar esse projeto partir do governo para sustentarmos nosso sistema econômico. Ou seja, vamos continuar precisando de empregos para fazer a economia girar.

Então, essa resposta terá que vir de nós mesmos. Temos que reconhecer as mudanças que estão acontecendo e caminhar lado a lado.  Precisamos pensar sobre como auxiliar como os pequenos negócios do Brasil podem começar a movimentar num ritmo diferente e desenhar novos tipos de empregos que ainda serão importantes na era da robótica.

Em cinco anos, 35% das competências que são consideradas importantes na força de trabalho atualmente terá mudado, de acordo com a Reunião Anual em Davos do Fórum Econômico Mundial. Em 2020, a quarta Revolução Industrial, vai estar ligada às tecnologias disruptivas como a inteligência artificial, machine learning, robótica, nanotecnologia, dentre outras, mudando modelos de negócios e os mercados de trabalho.

Sendo assim, quais habilidades serão necessárias no futuro?

Alguns trabalhos vão desaparecer, outros que nem sequer existem hoje se tornarão comuns. O que é certo é que a futura força de trabalho terá de alinhar o seu conjunto de habilidades para manter o ritmo.

E não é nem possível prever quais serão esses empregos do futuro? Como há 20 anos, imaginaríamos que haveria profissões como Especialista em Redes Sociais, Youtuber, Blogger e Influenciador Digital?

O caminho para trilhar

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Ao mesmo tempo em que temos essa perspectiva não muito animadora, a quarta revolução tem o potencial de melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas, trazendo melhores diagnóstico, prevenindo pessoas de fazerem trabalhos desagradáveis e análises que podem nos ajudar a cuidar melhor do meio ambiente, por exemplo.

Se começarmos a tomar providências agora, para mudar a natureza do trabalho, podemos não criar apenas lugares em que as pessoas amem trabalhar, mas também criar a inovação que precisamos para repor os milhões de empregos que serão substituídos pela tecnologia.

Quando vemos o relatório do Fórum Econômico Mundial e as top 10 habilidades para 2020, já podemos ter uma dica do que nos aguarda. Baseado nessas habilidades, então, o que pode existir é a criação de novos empregos menos centrados nas tarefas que uma pessoa faz e mais focados nas habilidades que ela traz para o trabalho.

Robôs são ótimos em tarefas repetitivas e restritas, mas os humanos têm uma capacidade incrível de usar a criatividade quando enfrentam na resolução de problemas complexos e inéditos.

Enfim, nenhuma exploração sobre o futuro do trabalho será sempre conclusiva. Mas a realidade mostrada é cada vez mais real. Fica, assim, a reflexão sobre como podemos atuar como protagonistas nessa revolução que já está acontecendo e não vai esperar nem um segundo por nós.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/artigosPessoas/futuro-dos-trabalhos-voce-sabe-qual-e,900553c03a730610VgnVCM1000004c00210aRCRD?origem=tema&codTema=8

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Se ainda não passou por entrevista de emprego neste modelo, prepare-se

terça, 13 de agosto de 2019

Os processos seletivos estão ganhando cada vez mais agilidade ao se unirem à tecnologia. Um exemplo disso é o crescimento das entrevistas por videoconferência, como Skype ou Zoom, tendência nos departamentos de recursos humanos.

Esse formato possibilita a redução dos custos e do tempo, beneficiando às empresas e também aos candidatos, que não precisam se locomover até a empresa contratante.

Se você ainda não passou por uma entrevista nesse modelo é melhor começar a se preparar, pois em breve você pode ser convidado a se apresentar dessa forma.

Você está preparado para uma entrevista online?

Selecionei algumas dicas valiosas para você se habilitar nesse modelo de entrevista e conseguir expressar com tranquilidade e profissionalismo suas melhores competências.

Em primeiro lugar, você precisa entender as diferenças entre uma entrevista presencial e uma entrevista online. O sucesso desse tipo de entrevista envolve outros fatores.

 

Escolha um local adequado

Uma das estratégias da entrevista por videoconferência é ver o candidato mais à vontade, já que eles costumam estar em casa. Porém, é aí que moram algumas armadilhas, afinal o ambiente em que você mora pode dizer muito sobre você.

Então, se assegure de escolher um local com fundo limpo, neutro, bem iluminado e agradável para o momento da entrevista – e de preferência sem acesso de outras pessoas da casa.

Certifique-se de que ninguém vai aparecer durante a conversa, nem o seu cachorro ou gato, evitando ruídos e interrupções, e não se esqueça de ser pontual com o horário marcado.

Verifique os equipamentos

Imagino que você vá se preparar e estudar a empresa e a vaga antes, então nada mais chato do que após toda essa dedicação ter sua entrevista comprometida por falhas técnicas.

Nada pior do que fazer uma entrevista com uma câmera e áudio de péssima qualidade ou uma conexão instável. Teste antes o desempenho do seu computador, a qualidade da webcam, a captação de áudio e também a conexão de internet. Você pode testar esses equipamentos ligando para um amigo ou alguém da família.

Cuidado com o login de acesso

Nunca use nomes de usuário e logins com apelidos ou temas polêmicos. Caso você não tenha algum com o seu nome, vale criar um novo perfil para usar profissionalmente.

Cuide da sua imagem pessoal

Um dos maiores erros é acreditar que por estar em casa não é necessário vestir roupas formais. Não esqueça de escolher roupas compatíveis com a vaga. Uma dica é evitar roupas brancas que tendem a brilhar nos vídeos, incomodando a visão do recrutador.

Tenha documentos importantes por perto

Tenha no seu computador toda a documentação que possa ser de utilidade para a entrevista, como o seu CV, certificações de cursos relevantes, entre outros.

Além de tudo isso, não esqueça de relaxar, respirar fundo, ser você mesmo e manter o foco e uma boa comunicação para que seus talentos sejam vistos e você conquiste a vaga que deseja.

Boa sorte!

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/se-ainda-nao-passou-por-entrevista-de-emprego-neste-modelo-prepare-se/

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Estrela do Trimestre

segunda, 12 de agosto de 2019

O projeto teve início em outubro de 2017 e já somam 7 colaboradores premiados. O objetivo desse projeto Estrela do Trimestre é principalmente motivar os colaboradores no ambiente de trabalho e a partir disso agregar melhorias para a empresa, diante de aspectos significativos como: diminuir o Turnover, absenteísmo, prezar pela qualidade do trabalho, envolvendo conservação de materiais, organização do ambiente e entre outros.

Os colaboradores são avaliados trimestralmente, sendo os critérios utilizados como a assiduidade, práticas aplicadas em treinamentos no manuseio de insumos, utilização de EPI’s, qualidade da limpeza do posto, organização e conservação dos materiais e asseio pessoal.

Todos os colaboradores que participam do projeto Estrela do Trimestre são Auxiliares de Limpeza, Reservas Técnicas, Jardineiros, Auxiliares de Serviços Gerais após o período de experiência. 

Nesse segundo trimestre temos como destaque o colaborador Sergio Leonel Lacerda, atuante em nosso cliente Delaval e fazendo parte do nosso time desde 2017.

Parabéns por toda dedicação Sérgio !!

Somos todos felizes por ter você como um de nossos colaboradores em nosso time.

Sucesso sempre!

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Qual a soft skill ideal para se sair bem em entrevistas de emprego?

quarta, 31 de julho de 2019

Para o nativo digital, ou seja, alguém que cresceu usando a internet e celulares, provavelmente, o uso da tecnologia é algo muito natural. Um estudo recente descobriu que, globalmente, 65% das pessoas da Geração Z e Millennialspreferem se comunicar digitalmente tanto dentro quanto fora do trabalho. E embora essa alfabetização digital seja uma das competências que, atualmente, os empregadores mais buscam nos candidatos, talvez exista a preocupação de que isso se deu à custa de uma importante soft skill: saber se comunicar pessoalmente.

 

Não importa o quanto a tecnologia evolua, a comunicação face a face será sempre fundamental para a aprendizagem dos funcionários, para a produtividade, o bem-estar, a construção de relacionamentos e para a progressão da carreira e dos negócios. Então, como você pode demonstrar em uma entrevista de trabalho que você sabe se comunicar pessoalmente? Jane McNeill, Diretora da Hays Austrália, indica três atitudes importantes para esse momento:

  1. Demonstre que você pode construir relacionamentos

Em primeiro lugar, ao chegar para a entrevista, cumprimente todas as pessoas a quem você for apresentado com um sorriso, contato visual e um aperto de mão firme. Embora essas pessoas não tomem a decisão final do processo, elas geralmente dão um feedback para o entrevistador.

Em segundo lugar, construa um relacionamento com seu entrevistador. Ouça atentamente o que ele fala e tenha cuidado para não interrompê-lo. Afinal, ouvir é uma parte fundamental da comunicação eficaz.

Lembre-se também que nós nos comunicamos através de nossa linguagem corporal. Desviar o olhar ou se mexer muito pode demonstrar que você está desinteressado. Por outro lado, uma linguagem corporal positiva, como inclinar-se para a frente, balançar a cabeça e sorrir enquanto fala, mostra que você está prestando atenção e que está envolvido no processo.

Além disso, você pode preparar algumas perguntas para fazer ao entrevistador para conhecer a trajetória profissional dele dentro do negócio. Esta é uma ótima maneira de construir uma conexão. Alguns candidatos hesitam em fazer essas perguntas por receio de ser invasivo. No entanto, percebemos que, frequentemente, o entrevistador fica lisonjeado quando um candidato demonstra ter interesse em sua carreira, desde que as perguntas sejam profissionais e positivas. Por exemplo, você pode perguntar “quais são seus aspectos favoritos no seu trabalho aqui?”

  1. Durante a entrevista, responda às perguntas com confiança e clareza

Antes de sua entrevista, respire fundo, visualize resultados positivos e fale com seu recrutador, que pode acalmá-lo. Estes passos podem ajudá-lo a aumentar sua confiança.

Pratique também como responder algumas perguntas comuns em entrevistas, de forma bem estruturada, a fim de manter sua resposta concisa e relevante.

  1. Seja responsivo em suas comunicações, tanto antes como depois da entrevista

Por fim, o entrevistador não estará apenas avaliando suas habilidades de comunicação durante a entrevista em si, mas também estará analisando o quanto você é comunicativo e responsivo antes e depois. Por exemplo, eles podem considerar a rapidez com que você responde a e-mails e telefonemas.

Portanto, eu aconselho que você mantenha o seu telefone por perto antes e depois da entrevista para que você possa responder com rapidez e facilidade. Você também deve ser proativo em contatar o entrevistador, através de seu recrutador, após a entrevista para agradecer por seu tempo e reiterar seu interesse na posição.

Não importa o quanto as comunicações online evoluam, nada pode substituir a interação humana necessária para construir relacionamentos profissionais duradouros, capazes de impulsionar sua carreira. E só porque você é um nativo digital, isso não significa que você não tem as habilidades de comunicação face a face necessárias para prosperar no mundo do trabalho

Fonte: https://www.mundorh.com.br/qual-a-soft-skill-ideal-para-se-sair-bem-em-entrevistas-de-emprego/

 

 

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Como o recrutamento está mudando para encontrar profissionais inovadores

terça, 23 de julho de 2019

Você já percebeu como o tema propósito de vida vem ganhando cada vez mais notoriedade? Acreditar que um trabalho deve cumprir mais do que apenas retorno financeiro faz parte dos valores da nova geração de talentos.

Mas o que é propósito de vida, afinal?

Propósito de vida são talentos em movimento! E nessa busca os jovens compreendem a vida profissional como uma extensão do que são e do que desejam viver e expressar. Ou seja, para garantir a retenção de talentos na sua organização é necessário acompanhar essas mudanças de comportamento.

Como criar uma boa relação entre um talento e a sua empresa? Tudo começa pelo processo seletivo.

Se você deseja preencher uma vaga com um perfil engajado, criativo e inovador, a forma como você realiza o recrutamento também deve ser assim. Afinal, não é apenas a empresa que escolhe um talento, ele também tem que escolher investir na sua organização.

Pois é, aquela velha, e ultrapassada, crença de liderança do ”eu mando, você faz”, não tem mais sentido algum para a geração jovem atual. Os novos comportamentos exigem que as empresas sejam cada vez mais humanas e enxerguem o indivíduo de forma ampla, encaixando seus talentos e necessidades nos lugares certos.

Acompanhando essa tendência, novas jornadas de processos seletivos estão sendo apresentados ao mercado, com práticas que trazem a criatividade e o dinamismo como carro-chefe, onde a experiência do candidato é tão importante quanto o preenchimento da vaga.

Algumas das novidades são etapas da seleção que unem Game Based com algoritmos comportamentais baseados na Neurociência, que, de forma leve e divertida, garantem relatórios sólidos e detalhados com características pessoais que irão impactar diretamente o desempenho do candidato dentro da empresa.

Essas informações permitem aos gestores alocarem corretamente cada talento nas funções que serão melhores aproveitados e que se sentirão mais realizados. Todos saem ganhando.

O mais bacana é que o candidato é avaliado de forma tridimensional, e não apenas por seu currículo, aparência ou conduta em um determinado momento – e ele percebe esse cuidado, gerando engajamento com a empresa e estímulo para oferecer suas melhores capacidades desde o início.

Talentos são humanos, invista neles.

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/como-o-recrutamento-esta-mudando-para-encontrar-profissionais-inovadores/ 

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