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Você sabe dar feedback ?

segunda, 16 de setembro de 2019

Feedback é a capacidade de dar e receber opiniões, críticas e sugestões sobre algo pessoal ou profissional. Para que um relacionamento seja agradável e saudável é importante haver diálogo sobre o que incomoda e como melhorar. A verdade é que a maioria de nós sabe criticar, mas o feedback vai muito além das críticas.

Podemos dar feedback aos nossos pais, cônjuges, funcionários, amigos, chefes, ou seja, a todas as pessoas com as quais nos relacionamos, não importando se essa pessoa está no contexto profissional ou não. O que importa é saber dar feedback corretamente para se obter mudanças construtivas e duradouras.

Regras para um feedback efetivo:

  1. Descritivo (não julga nem avalia): descreva o comportamento ou o acontecimento como exatamente ocorreu, sem fazer juízo de valores. Em geral, as pessoas utilizam palavras como ruim, mal, decepcionante, lamentável. Evite usá-las, pois são palavras de julgamento.
  2. Específico (não geral): que comportamento deve ser melhorado ou aprimorado? Identifique.
  3. Necessidade do receptor (não do emissor): pode ser difícil oferecer feedback em momentos nos quais tudo está de cabeça pra baixo, mas devemos estar cientes de que o feedback busca a melhoria do comportamento. Ele não serve para extravasar a raiva, decepção ou qualquer emoção negativa.
  4. Comportamento (não identidade): somos mais do que nossos comportamentos, possuímos mais recursos do que somos capazes de utilizar. Não é a pessoa que tem algum defeito, o problema está naquilo que ela está fazendo. Um dos maiores medo do ser humano é o da rejeição e quando focamos na identidade, ou seja, na pessoa, usando frases como “você é desajeitado” ou “você é muito teimoso”, colocamos nosso interlocutor na defensiva. É importante aprender a separar o que a pessoa faz do que ela realmente é.
  5. Solicitado e bem recebido (não imposto): o receptor deve entender que o feedback é algo positivo e a obrigação do emissor é criar o melhor clima possível para isso.
  6. Rápido (logo após o evento): o feedback trata de detalhes de comportamento portanto, quanto mais tempo demorarmos a falar do assunto, maiores as chances do interlocutor esquecer pontos cruciais e até mesmo duvidar que as coisas aconteceram da forma como está sendo falada.
  7. Validado (checado): não percebemos que existe uma diferença entre ouvir e escutar. Quando perguntamos ao nosso interlocutor “Então, na próxima vez, o que você fará de diferente?” checamos se a pessoa ouviu ou não o que dissemos.
 

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Já cumprimentou o porteiro hoje?

quarta, 28 de agosto de 2019

É bastante usual o termo “estou sem tempo” hoje em dia, e de fato o tempo está passando rápido mesmo, e o que mais acompanhamos são pessoas muito conectadas em seus smartphones, computadores e tablete, e cada vez menos pessoas interagindo sem essas ferramentas por perto, correto? O que ocorre, é que com tamanho imediatismo nós usamos essa corrida incessante contra o tempo para justificar atitudes que praticamos e não são legais, como jogar um lixo que está em mão na rua, ficarmos desatentos com a nossa própria vida ao atravessarmos a rua usando fones de ouvidos que nos distrai instantaneamente, olharmos cada vez menos para as pessoas, isso só pode significar uma coisa: Estamos perdendo a humanização das nossas atitudes.
 

Se você reside em condomínio, quando entra ou saí, com qual frequência cumprimenta seu porteiro? E a faxineira? Que está ali, executando sua tarefa que é deixar aquele lugar um ainda melhor aos moradores. E aquela pessoa que entrou no elevador pouco tempo depois de você? Se você não esboça um sorriso, uma emoção mesmo que singela ou tímida de desejar um simples bom dia... Aparentemente você está cada vez mais escravo das ferramentas eletrônicas, e perdendo o “tato” com pessoas, simplesmente por falta de prática.


O que podemos aconselhar de forma genuína e com o intuito de melhorias no seu dia a dia e na sua vida, é que possamos ser mais perceptíveis as pessoas. Façamos com o próximo o que poderia mudar de alguma maneira o dia de alguém para melhor, pois quando sentimos isso de alguma forma, a melhora interna é nossa. Imagina como seria saber que alguém que perdeu o ônibus, ou sofre algum tipo de violência em casa e mal é olhada por algumas pessoas, recebeu um sorriso autêntico, um “olá tudo bem?” sincero e espontâneo e foi você que contribuiu para isso?

Algumas vezes a reação a isso  não seja como esperado, mas o que é mais gratificante, é saber dentro de você, que a sua parte foi feita! Vamos praticar, vamos nos reformar e nos melhorar, que não deixemos a tecnologia nos robotizar.

O Grupo Only One, te apoia entende e proporciona soluções, ideias que podem mudar sua empresa, sua vida.

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VI Congresso, de Liderança & Inovação

segunda, 26 de agosto de 2019

O Grupo Only One marcou presença em mais um Congresso, de Liderança & Inovação promovido pela Corporh, com 6 grandes especialistas como: Luiz Felipe Pondé, Othon Barros, Augusto Cury, Alfredo Rocha, Clóvis de Barros, Clovis Tavares, o intuito desse incrível encontro foi “AS MELHORES IDEIAS MOVEM O MUNDO”, e é exatamente isso que o Grupo Only One tem como cultura de valores. Um olhar humanizado, e com uma preocupação ímpar de oferecer o melhor para os nossos clientes e colaboradores, com o que há de mais moderno em tecnologia, e visando sempre a qualidade, e a importância de investimento no capital humano.

As ideias que buscamos envolvem a vontade de desenvolver modelos e técnicas de como melhorar e mover o mundo, trazendo capacitação, responsabilidade e valores que enaltecem o nosso comprometimento. Imagine só que utópico seria um lugar onde as pessoas possuem essas características? Juntos podemos contribuir para essa busca incessante. Conte com o Grupo Only One!
 

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O que as empresas ganham ao incentivar os funcionários a demonstrarem suas emoções

sexta, 23 de agosto de 2019

É sagrado. Semanalmente; no mínimo, de 15 em 15 dias, os gestores da fintech Creditas se reúnem com cada um de seus colaboradores. Um a um. Os encontros duram 30, 40 minutos e ninguém está interessado em meta a ser batida, Ebitda ou otimização da performance profissional. Nada disso. O assunto? Vida pessoal. Sim, o líder é todo ouvidos para as alegrias e tristezas, expectativas e frustrações de seus subordinados além escritório. Instituído em 2016, sob o comando de Giulia Silveira, coordenadora de cultura e desenvolvimento, o programa batizado de one a one serve de paradigma para uma revolução na liderança corporativa. As emoções são (muito) bem-vindas ao mundo do trabalho. Agora pode... Pode chorar, rir, esbravejar... E, acredite, os negócios têm muito a ganhar quando seus funcionários estão livres para ser quem são.
Uma das startups mais badaladas do mercado financeiro no Brasil, a Creditas trabalha o pilar da autenticidade desde sua fundação, em 2012. A orientação é do espanhol Sergio Furio, um ex-consultor de grandes corporações na Europa e nos Estados Unidos e que viu na falta de concorrência do sistema bancário brasileiro a oportunidade de empreender.  Tem funcionado. Na área de recursos humanos, é a segunda startup mais bem avaliada pelos empregados na plataforma Love Mondays. Quase todos eles (exatos 96%) classificam a empresa como um bom lugar para trabalhar. Neste quesito, aliás, há um dado interessante. Das cerca de 300 vagas abertas nos últimos meses, cerca de metade foi preenchida por pessoas indicadas pelos próprios colaboradores da fintech. Só faz isso quem está genuinamente comprometido com o trabalho.
Aumentar o engajamento dos funcionários é um dos grandes desafios das empresas nos dias de hoje. Segundo o relatório do Instituto Gallup de 2017, o mais recente sobre o assunto, apenas e tão somente 15% dos empregados em 155 países dizem estar de fato vinculados à organização onde trabalham. E são essas pessoas que, entusiasmadas com o dia a dia no escritório, “se sentem ‘donas’ do negócio, impulsionam a inovação e levam a organização adiante”, resumem os pesquisadores do Gallup, na conclusão do trabalho. Outro levantamento do mesmo instituto, intitulado “Como o envolvimento dos funcionários impulsiona o crescimento”, com 49 indústrias em 34 países, traz um dado revelador: profissionais motivados rendem 25% mais do que seus pares sem estímulo para o trabalho. Se há entusiasmo e motivação, há emoção.
Alguém que não vibre com uma conquista profissional ou que dê de ombros para um feedback negativo, convenhamos, não dá muita bola para o trabalho — o que, definitivamente, é um atraso para os negócios, em todos os aspectos. A canadense Liane Davey, especializada em psicologia organizacional, é um dos principais nomes no estudo do impacto das emoções no trabalho. Escritora e cofundadora da consultoria 3cCOze, no artigo “Lidando com explosões emocionais em sua equipe”, Liane derruba velhos mitos. São eles:
 
Trabalho não é lugar para demonstrar emoções
Se você trabalha com seres humanos, tem de lidar com emoções. Ignorá-las, sufocá-las ou invalidá-las apenas jogará para debaixo do tapete questões que devem ser reveladas e debatidas. Essa noção ultrapassada, escreve Liane, é uma das principais razões pelas quais as pessoas assumem um comportamento passivo-agressivo. Não tem jeito. As emoções encontrarão um jeito de vir à tona.
É desperdício de tempo conversar sobre os sentimentos dos funcionários
E você tem tempo para lidar com subterfúgios? Para voltar a uma mesma questão várias vezes? E para decisões baseadas em erros? Evitar os problemas emocionais da equipe, alerta a psicóloga, só retarda sua manifestação. É preciso dar vazão às emoções. Quando as pessoas não se sentem ouvidas, elas costumam guardar seus sentimentos até o momento em que, frustradas e exauridas emocionalmente, explodem.
As emoções distorcem as tomadas de decisão
Não há decisão sem emoção envolvida. É mais prudente permitir que ela se manifeste de modo a compreendê-la e dominá-la do que mantê-la escondida. Mais cedo ou mais tarde, em algum momento essa emoção virá à tona. Quanto antes lidar com ela, melhor.
 

 

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GRUPO ONLY ONE E HIGIEXPO - 26ª Feira de Produtos e Serviços para Higiene, Limpeza e Conservação Ambiental

quinta, 22 de agosto de 2019

Em uma busca incessante em trazer inovação e aperfeiçoamento, participamos mais uma vez desse evento que promove o encontro de fornecedores do seguimento em produtos e equipamentos com expertise nas áreas de higiene, limpeza e conservação ambiental.

Garantimos a participação da nossa equipe Operacional, Supervisão, Coordenação, e colaboradores que asseguram no dia a dia a prestação dos nossos serviços de limpeza e treinamentos. Dessa forma pudemos mais uma vez nos aprimorar e conhecer um pouco mais sobre as novidades do mercado tecnológico para desenvolvimento e otimização do nosso trabalho, integrando todos os departamentos e assim, garantir bons resultados nos serviços que oferecemos.

O que podemos adiantar é que vem novidades por aí, inclusive em relação a aprimoramento do que mais amamos fazer... Cuidar da sua empresa com qualidade, tecnologia e claro, com um atendimento personalizado para cada cliente, garantindo assim a entrega do serviço com excelência. É perceptível que a visão e cultura do Grupo Only One é a valorização de treinamentos aos colaboradores e atualização dos mesmos, mantendo o nível de satisfação dos clientes.

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Quem será mais competitivo no “pós-crise”: generalistas ou especialistas?

quarta, 21 de agosto de 2019

 

 

 

São Paulo – Rafael Souto, presidente da Produtive, diz que o generalismo é importante mas como um complemento porque a sustentação está no foco. “Carreiras mais competitivas são aquelas em que o profissional tem uma entrega sólida”, diz Souto. Ele não enxerga mais espaço no mercado de trabalho para quem tem conhecimento superficial. Confira, em mais um dos vídeos de carreira.

Fonte: https://exame.abril.com.br/videos/sua-carreira/quem-sera-mais-competitivo-no-pos-crise-generalistas-ou-especialistas/

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